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Sepultura tem disco novo a caminho e faz show gratuito nesse domingo

Andreas Kisser, em estúdio, trabalhando nas novas composições
O Sepultura está trabalhando "a todo vapor" na composição do sucessor de "The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart". Em breve a banda vai para a Suécia para dar início às gravações.

A produção do disco, ainda sem título definido, será feita por Jens Bogren, que já trabalhou com bandas como Opeth, Katatonia, Paradise Lost, Amon Amarth e Kreator, entre outras.

Para contar essas novidades, o Sepultura gravou um vídeo (veja abaixo) e adiantou que fará alguns 'studio reports', que são vídeos curtos para os fãs acompanharem as gravações.



Show de graça

Mas antes de viajar para a Suécia, o Sepultura faz uma apresentação gratuita no Brasil. O show acontece no Palco da Orquestra Mágica, no Sesc Itaquera, no próximo domingo, dia 10: "Vamos mostrar toda a força do Metal Brasileiro e colocar o maior público possível lá! Contamos com vocês, Sepulnation!", convidou a banda via Facebook.

O Sesc Itaquera fica na Avenida Fernando Espírito Santo Alves de Mattos, 1000, em São Paulo/SP, e a apresentação começa às 15h00. Os palcos do Sesc Itaquera são ao ar livre, e a unidade é aberta para o acesso de todos os públicos. Por isso o show é gratuito e não existe retirada antecipada de ingressos.

10/04/2016 - São Paulo/SP
Sesc Itaquera - Av. Fernando Espírito Santo Alves de Mattos, 1000
Horário: 15h00
Ingressos: gratuito

Biografia

Vale lembrar que a biografia "Relentless - 30 Anos de Sepultura", escrita pelo norte-americano Jason Korolenko, ganhou edição brasileira em janeiro deste ano pela Benvirá, selo da Editora Saraiva, como já havíamos contado aqui.

O autor do livro, segundo o guitarrista Andreas Kisser, fez uma "fantástica pesquisa sobre o Brasil e seu contexto político". "Há algumas coisas muito detalhadas sobre as músicas... É incrível", completa o guitarrista dando seu aval à obra.

KT Tunstall inicia campanha de financiamento para quinto álbum

A cantora e musicista KT Tunstall iniciou uma campanha de financiamento coletivo para a pré-venda de seu quinto álbum de estúdio. Tunstall está finalizando o disco que tem o título provisório de "Album #5". Não foi anunciada a data de lançamento do material.

Há diversos pacotes de compra disponíveis: de US$ 10 (mais ou menos R$ 36,00) para ter o download do disco digital e acesso a conteúdo exclusivo de bastidores da gravação, até US$ 202 (R$ 735,00) por um vinil de testes do disco autografado, o fã pode escolher uma porção de mimos da artista. Acesse aqui.

O novo álbum de KT Tunstall sucede "Invisible Empire // Crescent Moon", lançado em 2013.

Scorpions libera demo inédita de reedição comemorativa

“Return To Forever”, décimo oitavo álbum de estúdio do Scorpions, foi lançado no fim de fevereiro (confira a resenha). E 2015 tem sido um ano cheio de eventos para o grupo, que completa 50 anos de carreira.

O documentário "Forever And A Day", que segue o Scorpions pela estrada, chegou em outubro aos cinemas norte-americanos, e agora chega ao mercado o relançamento de oito álbuns clássicos em edição comemorativa.

Os álbuns estão sendo disponibilizados em vinil de 180 gramas com uma embalagem que reproduz a primeira prensagem, e vêm acompanhados de um CD com o mesmo repertório. Cinco dos trabalhos ainda vêm com um DVD contendo filmagens ao vivo de seu respectivo período, apresentações em programas de televisão e entrevistas em profundidade com o grupo. Todos os lançamentos em CD trazem livretos estendidos com fotografias raras, capas de single, passes de bastidores e anotações de Edgar Klüsener, ex-editor chefe da Metal Hammer que acompanhou de perto a carreira do Scorpions.

FONTE: TERRITORIO DA MÚSICA.

Gary Barlow, Howard Donald e Mark Owen investiram em esquema financeiro para pagar menos impostos

Três integrantes da banda pop britânica Take That podem ter de reembolsar milhões de libras ao fisco do Reino Unido após uma decisão da Justiça do país.
Gary Barlow, Howard Donald and Mark Owen – além do empresário da banda, Jonathan Wild – estão entre as 1 mil pessoas que investiram em uma esquema financeiro criado para pagar menos impostos.
PA
Integrantes do Take That podem ter de pagar multa milionária a fisco britânico
O quinteto Take That foi uma das boy bands de maior sucesso no Reino Unido no início da década de 90. De 1991 a 1996, o grupo vendeu mais de 30 milhões de cópias e chegou ao topo das paradas britânicas e internacionais com hits como "Back for Good" e do "How deep is your love", dos Bee Gees.
A HM Revenue and Customs (a Receita Federal britânica) afirmou que não toleraria "abuso do sistema". Os três integrantes do Take That e seu empresário investiram no esquema por meio de uma companhia chamada Icebreaker.
Desde março de 2010, os quatro homens apareciam como diretores da Larkdale LLP – uma das 50 parcerias que a Icebreaker selou para obter benefícios fiscais que o governo concede para indústrias criativas.
O tribunal descobriu que logo depois que o dinheiro foi transferido para a Larkdale LLP, a empresa teria registrado perdas de mais de 25 milhões de libras (cerca de R$ 100 milhões).
Porém, como a Receita só taxa lucro, não prejuízo, os envolvidos no esquema teriam se aproveitado disso para reduzir o total do imposto a ser pago ao leão britânico. O valor exato da multa ainda não é conhecido, mas pode chegar a milhões de libras, acreditam especialistas.
No Reino Unido, a evasão fiscal (uso de meios ilícitos para evitar o pagamento de taxas, impostos e outros tributos) é ilegal, mas a elisão fiscal (uso de meios lícitos para reduzir o montante de imposto pago, muito utilizado por empresas para transferir recursos internacionalmente) não configura atividade criminal.
O fisco britânico afirmou que após a decisão do tribunal, os envolvidos no esquema financeiro receberiam correspondências explicando como o imposto deveria ser pago.
Em entrevista à BBC, um funcionário da HMRC, "qualquer um que estiver em envolvido em um esquema que a HMRC considere contra as regras deve reembolsar os cofres públicos".
Em sua decisão, o juiz Colin Bishopp afirmou que "A conclusão subjacente e fundamental a que chegamos é que o esquema da Icebreaker é e era conhecido e compreendido por todos os interessados como um esquema de elisão fiscal".
No total, as parcerias firmadas com a empresa acumularam perdas de 336 milhões de libras (R$ 1,25 bilhão). A investigação da HMRC teve início após uma reportagem do jornal britânico The Times em 2012 sobre as operações da Icebreaker.
Em um comunicado, o fisco britânico afirmou que "implementou benefícios fiscais generosos destinados a apoiar investimentos genuínos (...) esse sistema funciona adequadamente, permitindo que empresas de cinema, televisão e vídeo de primeira grandeza do Reino Unido possam competir no cenário global”.
"Mas não vamos tolerar abusos do sistema por pessoas que tentam se esquivar de suas obrigações fiscais”, acrescenta o comunicado. "A HMRC vai continuar a levar ao tribunal quem se envolve em esquemas de elisão fiscal...[Essas pessoas] correm risco de sofrer perdas financeiras, mas também colocam si mesmas em risco, podendo sofrer penalizações e, potencialmente, prossecusão."
Os envolvidos no esquema têm até o dia 2 de julho deste ano para decidir se querem ou não recorrer da decisão do tribunal. Os outros integrantes do Take That, Jason Orange e Robbie Williams, não estão envolvidos no esquema.

Mais Informações em: IG Música

Música Digital: Onde ouvir e descobrir Música?

Se você comparar serviços como iTunes, Amazon e outros que vendem álbuns, a diferença não é muito grande do processo habitual de comprar um CD. Você entra na loja (no site), procura os artistas, compra o álbum e pode ouvir em seus dispositivos. Porém temos que analisar que a oferta de música digital é muito maior e isso gerou uma nova forma de consumir música, o streaming.

A oferta é maior porque hoje os artistas independentes não precisam mais de gravadoras para lançar seu álbuns. Distribuir música digital se tornou muito mais fácil (vamos discutir a distribuição digital nos próximos artigos). Com isso a quantidade de novas bandas que lançam álbuns diariamente aumentou expressivamente, sem falar que estes lançamentos são globais. Como uma banda de 10 anos atrás iria distribuir seu álbum no EUA, Japão e Alemanha? Isso era praticamente impossível. 

A indústria entendeu que com essa alta oferta (quantidade de músicas) aliada a uma demanda gigantesca (usuários com um computador, tablet ou smartphone) “vender” álbuns da forma tradicional não era uma boa ideia nem para o artista nem para o consumidor. O consumidor quer descobrir novas músicas e talvez comprar o álbum, ou ele só quer ouvir músicas do gênero que gosta ou músicas que amigos de sua rede social compartilham. Do lado do artista, iniciante é difícil competir com os medalhões das grandes gravadoras que “ocupam” o lugar de destaque nos sites de venda de álbuns digitais. Portanto os serviços de streaming oferecem um forma de descobrir e ouvir novas músicas que atende o novo modelo.

De alguns anos para cá, serviços como Spotify, Rdio, Deezer, Rhapsody entre tantos outros têm crescido muito mais que do que os serviços de download como iTunes. É fácil entender o porquê. O usuário paga uma taxa mensal e tem acesso a milhões de músicas para ouvir em seu computador, tablet ou smartphone. Ele pode sincronizar as músicas ou álbuns e ouvir desconectado da internet. Para o usuário é (quase) perfeito. Quase perfeito pois você não tem acesso ao arquivo mp3 com a música. Uma vez que assinou um serviço você tem que ouvir música através dele, com o Aplicativo para seu smartphone, tablet ou no site do provedor do serviço. 

Quem reclamou (e reclama muito) dos serviços de streaming são os grandes artistas que dizem que o valor recebido por esses serviços é muito baixo, e com a remuneração é impossível investir em um novo álbum. Bem, como dizem os mineiros, “isso é conversa pra mais de metro”. Sem entrar no mérito e na discussão, o modelo mudou (e está em mudança). As grandes gravadoras já não investem milhões em produção, marketing e não dão dinheiro adiantado para artistas (com exceção dos grandes artistas que irão vender com certeza).

A verdade é que conforme o relatório da IFPI (organização da indústria) existe mais de 30 serviços globais de streaming pagos que cresceram mais de 44% no ano de 2012 contra apenas 14% de crescimento de sites de donwload, o que indica que os serviços vieram para ficar. 

E o Brasil está na lista de países que esses serviços estão investindo, afinal somos um povo apaixonado por música com uma grande população e cada vez mais acesso à internet e a aparelhos móveis. Depois de Rdio (http://www.rdio.com), Deezer (http://www.deezer.com) e Rhapsody (que veio como Napster, http://br.napster.com) lançarem seus serviços em terras tupiniquins, outros como Spotify já estão no mesmo caminho. E ao que tudo indica outro que em breve irá lançar seu serviço de streaming para música é o todo poderoso YouTube. Todo poderoso porque hoje é um dos sites mais acessados para se ouvir música (junto ao vídeo, é claro).

Veja o que seus amigos em redes sociais estão ouvindo, descubra novos artistas - que provavelmente você nunca teria chance de ouvir - dos mais variados gêneros de todo o mundo, faça seu playlists e compartilhe. Mais música para todos e mais espaço para bandas e artistas independentes. Isso é bom, não é? No próximo artigo vamos ver como distribuir sua música. Valeu!

HIM se apresenta pela primeira vez no Brasil

A banda finlandesa HIM se apresentará no Brasil pela primeira vez em março de 2014. A única apresentação foi agendada no HSBC, em São Paulo, e ainda não tem informações disponíveis sobre venda de ingressos.

A banda apresentará seu mais recente trabalho, "Tears on Tape", lançado em abril de 2013. Formada em 1991 com influências de Black Sabbath e Type O Negative, o HIM escreve músicas sobre a dor e a morte, com amor e romance e intitulou seu estilo como 'love metal'.

Conhecida pelo exótico vocalista Ville Valo, a banda também conta com Mikko "Linde" Lindström (guitarra), Mikko "Mige" Paananen (baixo), Mika "Gas Lipstick" Karppinen (bateria) e Janne "Burton" Puurtinen (teclado).

Mais Informações: Território da Música

Jornal: Bob Sinclair diz que quer fazer música com Gusttavo Lima

​Em sua passagem por São Paulo, para tocar na festa da Pirelli, no último final de semana, o DJ francês Bob Sinclair conversou com a coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo e contou que gostaria muito de gravar com Gusttavo Lima.
O DJ afirmou que já entrou em contato com o sertanejo para que eles façam alguma coisa juntos, mas ainda está esperando uma data na agenda do cantor, que é "bastante ocupado". O francê disse também que gosta de ouvir Seu Jorge e Maria Gadú.

Mais informações em: Terra Música